And that's you.
Lovely and caring and broken.
Your waters are far too deep
I'm am far too distant.
There are lights, blue highlights in your eyes so warming and tempting I can't breath sometimes.
You tight me up embracing but you keep a safe and respectful distance.
You say things that make me fly while, at the same time, you're holding me to the ground.
I swing and swing.
I see darkness in your eyes too.
The kind of clouds made not too long ago and the kind which are as old as yourself.
I'm not the hard one. You say you are afraid of hurting, but isn't the fear of being hurt even bigger?
You have no north, I give you that, you really don't.
Your mind seems like a hurricane. Your peace is long gone.
And I feel like a little girl trying to catch a bag floating on the air.
Although I'm not sure weather I am deeply in love, delusional or needy.
Eveything feels right when we touch, even if sometimes you are not there at all.
We laugh. We stay in silence. We share.
I know that's all you have to offer.
I am not even sure there will be something else whatsoever.
And that's ok. I'll probably, in some point, find something else somewhere else.
But for now... you are the one I am thinking while closing my eyes to sleep.
And that's all it is going on.
18 de novembro de 2013
18 de maio de 2013
Sexo Ruim
Há sempre o outro, espelho de mim.
Há sempre a fuga, o sexo e o orgasmo.
E quando nem isso, não há nada.
De todas as pessoas que se deitaram nos lençóis,
é daquelas que nunca nem tocaram a minha pele
as que tenho mais necessidade.
As vezes aquilo entre quatro paredes é tão vulgar que me assusta.
Me faço forte, sedutora e quando não há mais como fugir,
quando estou mais vulnerável que me desespero.
Quando já existem mãos me tocando
um desconforto absurdo me invade.
"é uma merda transar com gente sem jeito..."
Há sempre a fuga, o sexo e o orgasmo.
E quando nem isso, não há nada.
De todas as pessoas que se deitaram nos lençóis,
é daquelas que nunca nem tocaram a minha pele
as que tenho mais necessidade.
As vezes aquilo entre quatro paredes é tão vulgar que me assusta.
Me faço forte, sedutora e quando não há mais como fugir,
quando estou mais vulnerável que me desespero.
Quando já existem mãos me tocando
um desconforto absurdo me invade.
"é uma merda transar com gente sem jeito..."
18 de abril de 2013
Bond Girl
There is some kind of shell warped in layer and layers of subjectivity around you. This always gave you such a delicate glow, pretty much like the early lights of some cold autumn morning, yellow and warm.
But I see some simple things too, some kind of absurd funny laughs, this way you have to make me feel comfortable. Things always start this conceptual with me.
Because you always make sure I know how vulnerable you are, I hold myself. But that was always the impression I had. Always the things you made me feel.
Still very superficial? Yes. But I can't deny I have some glimpses of the things underneath... and I like what I see.
But I see some simple things too, some kind of absurd funny laughs, this way you have to make me feel comfortable. Things always start this conceptual with me.
Because you always make sure I know how vulnerable you are, I hold myself. But that was always the impression I had. Always the things you made me feel.
Still very superficial? Yes. But I can't deny I have some glimpses of the things underneath... and I like what I see.
20 de setembro de 2012
Schatz
You promised me the nights we are never apart, and gave me the smiles of hope I missed a long time. When you take my hand and lead me to your embrace, when you lock me in your arms and kiss me, you take me away.
You win me over. I am yours.
And I am yours for a life time.
You are my family. You are my future.
You win me over. I am yours.
And I am yours for a life time.
You are my family. You are my future.
31 de julho de 2012
Empty Spaces
There are empty spaces between my fingers. No other space is emptier than this ones. The fingers that should be there where holding me from flying around so happy I was. When this hands and caressing fingers where embracing the smallness of my hands everything was right. Heart beats where sync, the curves matched, smiles and sights saying so much with so little. When this spaces where filled… I was complete.
5 de abril de 2012
Fehlen
There is no gap between our souls.
Although the fingers can not touch yet.
There is no space we did not cover.
Even the most painful ones.
I see nothing we can not really do,
even we can not do it now, or even then...
He tells me he felt like I have opened a door
that shows him a new world he has never dreamed ,
I thought I had seen this world before, but the truth is:
I was too arrogant and afraid to admit I've never been there too.
There is something of naive and mature in us,
we are kids and adults, crying and laughing.
In my head I touched him a million times,
we had sex, we had dinners, we had a house,
an apartment, kids and wrinkles.
In my heart we are yet to be, even though we are.
In my life he is there and is not going anywhere.
It's starting and changing and I feel like everyday,
until now, was there only to prepare myself for him.
We woke up, in the cold and in the heat, together,
and we stand up, holding our souls,
thinking every step is another step closer to each other.
We know.. it's worth the pain, the sadness, the longing..
We are sure of us.
Ich liebe dich, mein Schatz.
Although the fingers can not touch yet.
There is no space we did not cover.
Even the most painful ones.
I see nothing we can not really do,
even we can not do it now, or even then...
He tells me he felt like I have opened a door
that shows him a new world he has never dreamed ,
I thought I had seen this world before, but the truth is:
I was too arrogant and afraid to admit I've never been there too.
There is something of naive and mature in us,
we are kids and adults, crying and laughing.
In my head I touched him a million times,
we had sex, we had dinners, we had a house,
an apartment, kids and wrinkles.
In my heart we are yet to be, even though we are.
In my life he is there and is not going anywhere.
It's starting and changing and I feel like everyday,
until now, was there only to prepare myself for him.
We woke up, in the cold and in the heat, together,
and we stand up, holding our souls,
thinking every step is another step closer to each other.
We know.. it's worth the pain, the sadness, the longing..
We are sure of us.
Ich liebe dich, mein Schatz.
22 de dezembro de 2011
19 de novembro de 2011
Sapecabeca
Ela tinha aquele acento sapeca, tipo difícil de segurar, não era matéria.
Meu sorriso bobo visto de longe sabia: era passageira a sensação de perfeição.
Mas nunca me fez tão mal não esperar por algo que não iria ser, no final, o que eu achava poder.
Porque no fim, românticos idealizam, e depois a realidade, et rien d'autre.
Meu sorriso bobo visto de longe sabia: era passageira a sensação de perfeição.
Mas nunca me fez tão mal não esperar por algo que não iria ser, no final, o que eu achava poder.
Porque no fim, românticos idealizam, e depois a realidade, et rien d'autre.
6 de novembro de 2011
Possibilidades
Me pego em uma lembrança que não existe, em algum lugar entre o futuro e a possibilidade.
Em uma cama grande, ao lado de uma janela, luz branca do nublado, vento salgado e úmido pelo quarto.
Vento da tarde e arrepio, um pouco de frio. Eu sei que eu rio, baixo.
Virando o rosto pra olhar, um sorriso particularmente peculiar de alguém que brinca de brincar.
As pontas dos dedos procuram outras pontas soltas pelo branco desse tear
de sonhos e possibilidade e futuros e nada mais.
Me pego em uma lembrança que não existe, em algum sorriso, algum quarto em qualquer lugar.
Em uma cama grande, ao lado de uma janela, luz branca do nublado, vento salgado e úmido pelo quarto.
Vento da tarde e arrepio, um pouco de frio. Eu sei que eu rio, baixo.
Virando o rosto pra olhar, um sorriso particularmente peculiar de alguém que brinca de brincar.
As pontas dos dedos procuram outras pontas soltas pelo branco desse tear
de sonhos e possibilidade e futuros e nada mais.
Me pego em uma lembrança que não existe, em algum sorriso, algum quarto em qualquer lugar.
26 de outubro de 2011
Les sauvages
Ela não existia, mas insistia estar ali.
Como que zombando da realidade, fez pouco caso da verdade.
Deixou-se embriagar pela poesia, aquela mulher.
Depois que foi embora levou junto a fantasia.
E o dia nasceu, sozinho, e esperançoso.
Mas nunca tão sedutor quando a senhorita.
Arquitetas
Construímos experiências, pontes imaginárias, que ligam mundos que ainda não existem.
Sentimos dentro do peito um lugar, um gosto, que ainda não se permitiu concretizar.
Somos feito arquitetas imaginando linhas de código como artistas compondo uma obra.
Somos nada, um nada otimista, apostando na vida, imaginando se ela se dobra.
Sentimos dentro do peito um lugar, um gosto, que ainda não se permitiu concretizar.
Somos feito arquitetas imaginando linhas de código como artistas compondo uma obra.
Somos nada, um nada otimista, apostando na vida, imaginando se ela se dobra.
— Mtrx
13 de outubro de 2011
Codenome Laurent
Para as moças passando pela praia, ele era apenas um rapaz novo, bonito e de jeito charmoso de olhar. Um desses tipos "cools", sentado sozinho, em uma mesa com toalha branca no deck de um bistrot rústico a beira mar. Verdade que ele se sentia exatamente isso: um estrangeiro em uma terra fantasiosa, muito mais quente que a França e com mulheres ainda mais bonitas.
Naquele dia completava seis meses desde que começara a viagem pela América do Sul e a garrafa de vinho, que ele vinha guardando pra levar de "souvenir" e tomar em uma "ocasião especial", fazia muito mais sentido ser aberta ali mesmo, naquela mesa de um bistrot qualquer de uma praia em algum lugar do Brasil.
Parecia que estava comemorando silenciosamente todas as pessoas, lugares, mulheres e bebidas que tinha tido pelo caminho. Cada aspecto de si que veio à tona em um lugar tão estranho e inusitado. Enquanto girava o copo e via o reflexo do sol no líquido roxo-avermelhado, quase conseguia sentir o cheiro de casa novamente e isso fez com que toda aquela imagem ao seu redor virasse um lembrança guardada em uma garrafa de vinho, e a rolha, uma passagem de avião.
Levaria um pouco dessa essência consigo, embora sendo prático, tudo acabaria logo e "todos" saberiam que ele estava voltando, no momento que pisasse no saguão do aeroporto. E esse pensamento conseguiu fazê-lo suspirar cansado ao relembrar que teria de fazer tudo de novo e reafirmar seu lugar. Seis meses talvez fossem pouco para colocar os planos em prática, mas a memória das pessoas era muito curta parar se arriscar, principalmente de tipos como aqueles: violentos e infantis.
"Sua conta, senhor"
"Obrigada"
6 de outubro de 2011
25 de setembro de 2011
Delicadezas
De delicadeza em delicadeza, essas ondas franco-germânicas agitaram certas possibilidades subestimadas.
O que talvez tenha começado por acidente, de um jeito improvável e atropelado, pode ter encontrado seus próprios caminhos.
Por mais controverso.
O que talvez tenha começado por acidente, de um jeito improvável e atropelado, pode ter encontrado seus próprios caminhos.
Por mais controverso.
19 de setembro de 2011
Umas verdades
A verdade que você não ouve quando é criança é que a vida é dura.
Mas com o tempo você não chora mais.
O futuro é incerto, o começo do mês dolorido e poucas são as coisas que você pode controlar.
Mas a vida, ainda dura, consegue te dar um tapinha nas costas e sorrir,
te olhando como olha a mãe da gente quando diz:
"Vai em frente filhão, o pior já passou"
Mas com o tempo você não chora mais.
O futuro é incerto, o começo do mês dolorido e poucas são as coisas que você pode controlar.
Mas a vida, ainda dura, consegue te dar um tapinha nas costas e sorrir,
te olhando como olha a mãe da gente quando diz:
"Vai em frente filhão, o pior já passou"
14 de setembro de 2011
Impulssividade e outras drogas.
Verdade que existem vezes que eu gostaria de ser um homem.
Gostaria de ter a elegância ou solidez de certos que conheço.
Tenho em mim certa tempestate constante que não me deixa fixar raízes.
Me vejo envolta em paixões inebriantes, defeitos de caráter e impusslvidades,
que de muitas formas sufocam aquilo que considero ser o ideal.
Aprendi há algum tempo que esse "ideal" é utópico e ilusório,
faz parte de algo que chamamos identidade do sujeito na Antropologia.
E mesmo esse "homem" que gostaria de ser não se veria de forma tão altiva.
Mas essa confortável ilusão me deixa apenas a possibilidade de,
já que não posso/consigo ser esse ser, que eu pertença a ele.
Assim de alguma forma me sentirei segura.
... Ah! Queria que fosse tão simples ser sensata assim.
Gostaria de ter a elegância ou solidez de certos que conheço.
Tenho em mim certa tempestate constante que não me deixa fixar raízes.
Me vejo envolta em paixões inebriantes, defeitos de caráter e impusslvidades,
que de muitas formas sufocam aquilo que considero ser o ideal.
Aprendi há algum tempo que esse "ideal" é utópico e ilusório,
faz parte de algo que chamamos identidade do sujeito na Antropologia.
E mesmo esse "homem" que gostaria de ser não se veria de forma tão altiva.
Mas essa confortável ilusão me deixa apenas a possibilidade de,
já que não posso/consigo ser esse ser, que eu pertença a ele.
Assim de alguma forma me sentirei segura.
... Ah! Queria que fosse tão simples ser sensata assim.
18 de agosto de 2011
Vanilla Latte
Eu me pegava sentada folheando páginas de um livro de ilustração qualquer. Naquela sala pequena, com luz amarelada e móveis de madeira, o aroma do café era quase uma decoração.
Cansada, levantei os olhos, deparando-me com a cena que talvez tenha feito meu dia:
Cotovelos na mesa, uma mão apoiando a cabeça. O cabelo liso e comprido teimando em cair em seu rosto, que ela tirava sem perder a concentração. Os olhos dela liam as páginas do livro como um scanner. Os óculos na ponta do nariz lhe davam um ar ainda mais encantador.
Achei uma graça a pequena ruga entre os olhos, que tentava em vão adicionar seriedade ao seu semblante.
Eu queria lembrar que ela estava lendo sua tese e outros ensaios sobre a cura do câncer, lembrar do impacto de suas descobertas para o mundo, mas a única coisa que me importava naquele segundo era como ela segurava sua xícara de vanilla latte e a assoprava sem tirar os olhos das páginas infinitas a sua frente.
Era inverno na França.
...
17 de agosto de 2011
Oriente de livros
Ela vive de livros, talvez mais que de qualquer coisa.
Vagueia em seus mundos e dialoga com suas margens.
Perde-se abaixo da superfície do homem, encantando-se com o fantástico.
Aos meus olhos ela parece uma jovem viajante
construindo um diário de bordo de palavras em movimento.
construindo um diário de bordo de palavras em movimento.
Há uma grande distância de onde eu a observo e onde ela se encontra.
Mas há certas sutilezas no que manifesta que desperta o interesse desse meu estudo.
Parece-me que a superfície dela dá certas pista de águas densas além...
Intrigante.
15 de agosto de 2011
For Ever
Nenhuma outra voz foi tão tenra em meus ouvidos.
Nenhuma outra mão me tocou com tamanha suavidade.
O respeito exagerado, as palavras que nunca existiram, o olhar carinhoso.
És algo entre o assustador e confortante pois te tenho medo e amor.
Forte como és, presente como sempre, tomas algo dentro pra ti, e fica de ti impregnado. Te amo.
Um tal amor que não me existe mais e nunca sobreviverá pra ver algo igual.
Porque sobre ti não há pensamento mudano, existe o que tu és e apenas.
Arrepia-me a pele, cada centímetro dela, de pensar que exista algo a mais que o que já existe.
Mas não há.
Mesmo com a maior certeza que nunca acontecerá, existe um medo, um temor de que a figura que existe na minha cabeça se quebre.
Medo esse, de um sonho ou um pesadelo, qualquer pensamento, que aterroriza-me.
Mas não há e nunca existirá amor maior que esse que sentes por mim.
Nenhuma outra mão me tocou com tamanha suavidade.
O respeito exagerado, as palavras que nunca existiram, o olhar carinhoso.
És algo entre o assustador e confortante pois te tenho medo e amor.
Forte como és, presente como sempre, tomas algo dentro pra ti, e fica de ti impregnado. Te amo.
Um tal amor que não me existe mais e nunca sobreviverá pra ver algo igual.
Porque sobre ti não há pensamento mudano, existe o que tu és e apenas.
Arrepia-me a pele, cada centímetro dela, de pensar que exista algo a mais que o que já existe.
Mas não há.
Mesmo com a maior certeza que nunca acontecerá, existe um medo, um temor de que a figura que existe na minha cabeça se quebre.
Medo esse, de um sonho ou um pesadelo, qualquer pensamento, que aterroriza-me.
Mas não há e nunca existirá amor maior que esse que sentes por mim.
8 de agosto de 2011
Francesa Alemã
Em trejeitos franceses, fios-ondas cor d'âmbar e olhos cor d'água.
Delicada e sutil, ao redor de palavras bem-entendidas e translúcidas.
Sorriu boba e perspicaz. Fez músicas lembrarem de si aos meus ouvidos.
Se fez distante e proibida, um certo fruto conhecido, então eu aqui perdida...
Pois ela se divide entre amores, entre danças coloridas.
Valsa com esperança de talvez ser acolhida.
Delicada e sutil, ao redor de palavras bem-entendidas e translúcidas.
Sorriu boba e perspicaz. Fez músicas lembrarem de si aos meus ouvidos.
Se fez distante e proibida, um certo fruto conhecido, então eu aqui perdida...
Pois ela se divide entre amores, entre danças coloridas.
Valsa com esperança de talvez ser acolhida.
Assinar:
Postagens (Atom)